A VIDA DO VIADUTO

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Certifique-se de conferir o "caderno" online redigido pelos integrantes ao longo do desenvolvimento do trabalho, relatando as experiências vivênciadas com a realização do mesmo.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

04/07: Um rio invisível aos olhos do trânsito.

O principal curso d’água que corta BH foi deixado de lado à medida que a cidade cresceu. Hoje o que vemos é um caminho de cimento por onde passa água suja.O Arrudas é um ribeirão que nasce no Barreiro e desce por parte de Belo Horizonte até encontrar com o Rio das Velhas em Sabará.

São vários os córregos que nele desembocam ao longo do percurso, sendo eles: Jatobá, Barreiro, Bonsucesso, Cercadinho, Piteiras, Leitão, Acaba Mundo, Serra, Taquaril, Navio-baleia, Santa Terezinha, Ferrugem, Tijuco, Pastinho entre outros. Juntos, eles formam a bacia do Ribeirão Arrudas. Apesar de a maioria das nascentes serem de água limpa, quase todo o esgoto produzido em Contagem e Belo Horizonte é despejado sem tratamento no rio.

O que acaba comprometendo também as bacias do Rio das Velhas e do Rio São Francisco. A água limpa da principal nascente no Barreiro, foi contaminada ao longo das décadas no trajeto até chegar completamente poluída ao Rio das Velhas, em Sabará. A mais de 100 anos o principal curso d’água que corta BH começou a sofrer as consequências de uma cidade que cresceu e já despertava a atenção das autoridades para a poluição.

O projeto Linha Verde  entre a Alameda Ezequiel Dias passando pelo viaduto Santa Tereza, praça da estação e finalizando na Avenida do Contorno no cruzamento com Rio de Janeiro ocasiounou a cobertura do Rio Arrudas, impossibilitando a sua visualização.

O concretamento do seu leito somado à impermeabilização crescente do solo tem causado nos ultimos anos enchentes cada vez mais destrutivas ao longo das bacias do Arrudas e Rio das Velhas.Atualmente o nível de poluição está acima dos ideiais para cursos d’água. Estando o Rio Arrudas na classe 3. Nesta categoria, estão as águas onde é permitida navegação mas proibido o mergulho.

Ao todo, 57% do rio Arrudas já estão fora do seu curso natural e correndo por canais de concreto.

Texto Original © "A Vida Do Viaduto" ®

04/07: Um ídolo internacional que caminhou pelo Viaduto

Entre as primeiras décadas do século XX durante alguns anos entre de 1920 e 1930 um jovem costumava andar pelos arcos do Viaduto Santa Tereza. Este que saía da região Centro-Sul da capital, do bairro Floresta, passava pelo Viaduto Santa Tereza no seu caminho e chegava ao Centro de Belo Horizonte, mais precisamente à Avenida Augusto de Lima, na Imprensa Oficial – prédio em estilo neoclássico localizado na Avenida – onde trabalhava naquela época. Sede da história da impressa Mineira que atualmente em 2016 corre risco de ser extinta conforme a reforma administrativa do governo estadual.

Esse jovem, anos mais tarde, teria a obra reconhecida internacionalmente. Carlos Drummond de Andrade considerado por muitos o mais influente poeta brasileiro do século XX. Foi também um contista e cronista brasileiro e um dos principais poetas da segunda geração do Modernismo no Brasil.

"Ele naturalmente subia o arco do Viaduto Santa Tereza, sem que ninguém percebesse.", disse Afonso Borges (curador do 1º Festival Literário Internacional de BH) ao portal G1 em Março de 2015. Ainda se é possível ler "(...) Drummond voltava para casa compondo novos poemas. Desafiou a realidade do ar, passeando por cima dos arcos do Viaduto Santa Tereza. (...) Assim, como quem passa debaixo do Arco-íris se encanta, o arco-íris figurativo do viaduto, encantou o poeta e outros que vieram depois dele, passariam pelo mesmo 'batismo literário' dos arcos do Santa Tereza, (...)" afirma Petrônio Souza, produtor artístico e fotógrafo, em seu texto "Drummond, o pescador de estrelas." no site Tanto Literatura.

"O Viaduto Santa Tereza tem sido uma referência urbana obrigatória para várias gerações de escritores e artistas. O Viaduto estendido por cima do turvo Arrudas, por cima dos trilhos da Oeste Central, reconduzia Carlos Drummond de Andrade da Rua da Bahia, fervilhante e moderna, para a Minas interior do alpendre com pinturas a óleo de castelos, do uivo noturno dos trens na noite silenciosa. Foi nesse clima que o poeta arriscou a loucura escalada dos arcos, rito de passagem, risco penitencial." – diz o parágrafo retirado da nota do fotógrafo Lucas Vieira em sua galeria do site Trekearth.

Texto Original © "A Vida Do Viaduto" ®

domingo, 3 de julho de 2016

03/07: O viaduto como um Lar.

Um ambiente de lazer Vs. Um abrigo

Para os andarilhos, ou 'moradores de rua', o que realmente importa, além da alimentação, é ter um lugar seguro onde se abrigar. A maioria dos conhecidos 'sem teto' levam consigo por onde vão o que eles chamam de 'conforto'. Cobertores, travesseiros surrados, pedaços de colchonete e caixas de papelão que são ganhados ou adquiridos com maior dificuldade para estes que não constituem renda.

Durante uma conversa com Marco Antônio, um dos moradores de rua, de 37 anos, que permanece no Viaduto Santa Tereza, ele contou o porquê da escolha do viaduto para morar e como o mesmo se abriga em dias de evento no local: "Moro no viaduto já fazem alguns anos, não muitos. Gosto daqui porque é seguro e nos dias de chuva e frio eu não passo aperto. O ruim mesmo é quando fazem festas por aqui, pois em algumas delas eu me vejo obrigado a sair e só posso voltar quando não tem mais ninguém, independente da hora." afirmou o senhor que nos contou em poucas palavras uma grande e ainda assim triste realidade cotidiana.
                                                                                                                              
Marco diz que "(...) em alguns eventos até que as pessoas não se incomodam com a permanência de um mendigo, mas quando não posso ficar no viaduto, não saio das redondezas dele porquê um lugar que é tão bom pra mim não pode ser de outra pessoa." ressaltou ele. Não é egoísmo, são táticas, estratégias e técnicas de sobrevivência. Apesar de todo transtorno que enfrentam, quem escolheu o viaduto para se abrigar não abre mão do seu 'cantinho'. 

Para muitos o viaduto não passa de um ambiente de lazer e diversão, um trajeto diário ou ponto de encontro, mas para um morador de rua, é tudo o que ele tem.

Texto Original © "A Vida Do Viaduto" ®

segunda-feira, 27 de junho de 2016

27/06: Pauta #7 para Reportagem

Tema: "A realidade comum de moradores locais"

Responsável pela Pauta: Caroline Gomes
Equipe: Caroline Gomes

Equipamentos: Aparelho Celular e seu bloco de notas digital.

Data e Horário: Segunda, 27/06/16, 18hs
Ponto de Encontro da Equipe: Parte de baixo do Viaduto em frente a Serraria Souza Pinto.

Abordagem: Esta cobertura hiperlocal visa mostrar uma realidade que é irrelevante aos frequentadores de eventos locais.
Justificativa: A contribuição dessa matéria para o recorte hiperlocal é despertar e reativar o lado humano do leitor e dos frequentadores, passageiros e turistas.

Entrevistado: Marco Antônio.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

02/06: Pauta #6 para Reportagem – Charada #2

Tema: "Há um rio por debaixo do Viaduto Santa Tereza?"

Responsável pela Pauta: Professor Reinaldo Maximiano
Equipe: Patrícia Teixeira.

Data e Horário: Quinta-feira, 02/06/2016, às 13h46.

Abordagem: Esta cobertura hiperlocal visa mostrar se há um rio por debaixo do Viaduto Santa Tereza. 
Justificativa: A contribuição dessa matéria para o recorte hiperlocal é dizer qual seria este rio.


02/06: Pauta #5 para Reportagem – Charada #1

Tema: "Um jovem costumava andar pelos arcos do Viaduto Santa Tereza. Esse jovem, anos mais tarde, teria a obra reconhecida internacionalmente."

Responsável pela Pauta: Professor Reinaldo Maximiano
Equipe: Marcus Vinícius e Lorena Cordeiro

Data e Horário: Quinta, 02/06/2016, às 14h11.

Abordagem: Esta cobertura hiperlocal visa mostrar: Quem era esse jovem? O que ele fazia? 
Justificativa: A contribuição dessa matéria para o recorte hiperlocal é dizer se outros jovem imitaram esse ato e quem são.


sábado, 28 de maio de 2016

28/05 Estado de Minas: Dança Libertadora, "Conheça o 'Vogue', dança de empoderamento que arrebata adeptos em BH"

Com o nome inspirado em revista de moda, duelo de vogue é uma dança de autoafirmação de mulheres, homens, gays e transexuais e se transforma em espaço de expressão

Texto por Márcia Maria Cruz, Estado de Minas.

Os braços traçam linhas retas, enquanto os punhos giram no próprio eixo com a mesma rapidez com que os quadris vão de um lado para o outro em deslocamentos que remetem, ao mesmo tempo, à leveza de uma garça e à rapidez de um ninja. Chamam atenção pela plasticidade e dificuldade, mas os movimentos que conquistaram Madonna, nos anos 1990, são mais que uma dança. Em Belo Horizonte, transformaram-se em espaço de expressão e empoderamento de mulheres, homens, gays e transexuais. “O vogue é uma dança de autoafirmação. Quando a gente pensa que ele foi criado por pessoas que eram excluídas da sociedade, ele afirma essas pessoas. Chega para dar lugar a elas. E a mulher se encontrou muito nesse lugar”, diz a professora e integrante do Trio Lipstick, Maria Teresa Moreira, de 25 anos.


A comunidade do vogue acolhe quem chega, sem restrição de idade, tipo físico e classe social. Na pista, todos podem, literalmente, se jogar no dip, movimento em que o corpo gira no próprio eixo, levando as costas ao chão, enquanto uma das pernas se ergue no ar. Não se pode dizer que todos são iguais. Pelo menos em termos de performance, não. Cada um dança a seu modo num processo inevitável de confrontar-se consigo mesmo.

A dança ganha seguidores, contribui para a afirmação de grupos sociais excluídos e conquista jovens de classe média da cidade. Foram abertas classes para aulas, com a adesão de mulheres de todas as idades, como é o caso da decoradora Cássia Rodrigues Sigaud, de 53. “A dança exige muita coordenação e tem que ter muita agilidade e me faz mexer com os neurônios”, brinca. Os movimentos também dominam festas em espaços de ocupação da juventude, como o Viaduto Santa Tereza, e alternativos, como a Gruta, no Horto, e Benfeitoria, na Rua Sapucaí, na Floresta. Seguem dois formatos: as jams, termo emprestado do jazz para designar as apresentações livres e improvisadas, quando todos podem se arriscar, e os duelos, quando ocorrem as disputas.

Diante da expansão da cultura, a jornalista Danielle Pinto criou o site BH is voguing para falar da história da dança. “O primeiro marco para o surgimento são as cadeias americanas nos anos 1940, entre os gays. A revista que permitida era a Vogue. Gays e trans usavam aquelas poses das modelos, imitavam aquele jeito, aquela sensação que elas passavam. Mais tarde, entre 1970 e 1980, esse repertório foi para rua, as periferias de Nova York, o Harlem, principalmente”, lembra.

Enquanto as jams são informais, os duelos são o momento de investir no vestuário e maquiagem. Um dos mais importantes da cidade é a Dengue, festa da diversidade em que os amantes da cultura vogue se apresentam. Se os movimentos são poses, a moldura é formada pelo público que acompanhar os duelos onde os dançarinos performam. Antes de começar as disputas, cada um apresenta nas runways a persona com quem duelará.

Quem vê a primeira vez pode até pensar que os dançarinos combinam os passos com antecedência. Mas a coreografia se faz a partir da resposta que dá ao outro e a execução milimétrica de cada movimento demonstra o nível de destreza do dançarino. Mas não basta braços e pernas. No vogue, é preciso caras e bocas, no linguajar próprio, fica melhor na foto quem faz carão.

É vestido com meia-calça e blusa do tipo arrastão, cinto largo, capacete, salto agulha de 15 centímetros e barba cerrada que o ator Guilherme Augusto disputa. “Essa é a minha caracterização para duelar. Nunca me imaginei vestir desse jeito. Gosto de mistura. A barba remete ao masculino, enquanto o salto e a meia-calça arrastão, ao feminino. As pessoas ficam em dúvida e perguntam o que eu sou. Sou a Bala Perdida”, diz. Outra referência do movimento na capital é a mulher trans Cristal Lopez, que venceu oito vezes o duelo. “É uma dança libertadora, a começar pela história”.

SEM LIMITES - Um dos maiores vencedores do duelo, o estudante de moda Lázaro dos Anjos, de 23, se encontrou no vogue. O primeiro contato foi aos 12 anos, quando assistiu ao clássico Paris is burning, filme lançado, em 1991, que conta a história de um clube onde os negros americanos iam para dançar vogue. “O vogue permite que você seja o que desejar”, diz Lázaro, que assistiu a dança em Belo Horizonte pela primeira vez na apresentação do Trio Lipstick, durante a Virada Cultural de 2013.

Lázaro diz que, na Dengue, não enfrenta os olhares de reprovação que recebe quando anda pelas ruas da capital. “Sei quando me olham com aprovação e quando com repúdio. Não estou nem aí para quem está me olhando e me julgando. Tenho o direito de vestir a minha saia, passar meu batom e usar meu rímel. Sou um transgressor da imagem.”

Danielle e Paula Zaidan, de 23, bailarina e integrante do Lipstick, explicam que o vogue é mais do que uma dança, se transformou num estilo de vida. Paula lembra que tem alunos com idades que vão de 15 a 60 anos. “Muito legal ver pessoas com mais de 50 anos que sabem das limitações, mas não deixam de sentir que dançam vogue.” Nas jams, tanto a estudante Mariana Serrano, de 16, quanto a advogada Rafaela Viana, de 30, e o cenógrafo Ricardo Bizafra, de 31, não têm medo de se arriscarem. “Vim para cá para escapar do mundo corporativo engessado e quadrado”, diz Rafaela, que no trabalho tem responsabilidades contábeis e jurídicas. Para Bizafra, o vogue o possibilitou dançar, o que era uma vontade antiga. Ele ainda garante que não se sente desconfortável com o gestual que remete, ao observador mais conservador, ao universo feminino.

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sexta-feira, 27 de maio de 2016

27/05: Encerramento do FIT BH 2016 no Viaduto Santa Tereza

Domingo, 29/05/2016: CLAKE, 15hs (Circo Amarillo Argentina/Brasil)

Foto: Reprodução.
Clake é um espetáculo cômico que acentua o trabalho da dupla Marcelo Lujan e Pablo Nordio como palhaços excêntricos musicais. Sequências de gags clássicas são combinadas com a linguagem contemporânea da dupla e resultam num espetáculo de palhaçaria cômica física e musical. Uma interessante experiência de sonoridades e circo que diverte o público de todas as idades.

Direção: Domingos Montagner
Autoria: Circo Amarillo
Elenco: Marcelo Lujan e Pablo Nordio

Classificação: Livre
Duração: 60 min.

HORA: (Domingo) 15:00
Evento: FIT BH 2016
LOCAL: Viaduto Santa Tereza, Av. Assis Chateaubriand, 619 – Centro

Fonte: fitbh.com.br

quinta-feira, 26 de maio de 2016

26/05 MGTV: FIT vai até domingo em Belo Horizonte

Feriado prolongado é uma boa oportunidade para aproveitar as peças. Evento leva espetáculos a diversos espaços da capital mineira.

O feriado prolongado é uma boa oportunidade para aproveitar as peças do Festival Internacional de Teatro (FIT) em Belo Horizonte. O evento vai até este domingo (29) e leva espetáculos a diversos espaços da capital mineira.

Um deles é “Horror Vacui Hamlet”. Para interpretar uma caveira, a atriz Bruna Sousa e os companheiros de cena se transformam. Olho fundo, cabelo todo bagunçado e unhas pintadas de preto.
No palco, luz e cenário sombrios. Os atores interpretam um dos textos mais famosos de Shakespeare: Hamlet. É um espetáculo com música, dança e algumas frases muito conhecidas do público, como “ser ou não ser, eis a questão”.

O nome da peça vem do latim e traduzido significa o "Horror no Vazio". A apresentação faz tudo mundo pensar.

“São reflexões muito solidas sobre quem você realmente é. Quem você é, quando não está na frente de ninguém. Você com você mesmo. E as relações que muitas vezes as pessoas se submetem, porque devem uma satisfação para a sociedade ou nas relações inclusive mais próximas”, afirma o diretor do espetáculo, Luiz Arthur.

E no FIT, lugar de ator também é na rua. As apresentações ao ar livre atraem olhares curiosos e pegam muita gente de surpresa. No espetáculo chileno “Con Su Permiso”, apresenta-se o palhaço Tuga. Ele é meio maluco: pega carona na moto, rouba algodão doce, faz a maior força para puxar o ônibus, bagunça o trânsito todo.

De acordo com diretor da Fundação Municipal de Cultura, Jefferson Fonseca, a programação do FIT ainda traz apresentações de outros países, como Itália E Grécia. No encerramento, segundo ele, haverá encontro de várias atrações no Viaduto Santa Tereza.

A programação completa está disponível no site do FIT.
Fonte: G1

quarta-feira, 25 de maio de 2016

25/05: A vida dos caixeiros em meio a vida do Viaduto.

Os “Caixeiros”, como gostam de serem chamados, estão presentes no dia-a-dia dos Belo Horizontinos. Eles estão em todos os tipos de eventos culturais, desde o Carnaval até o Duelo de MCs no Viaduto Santa Tereza. São ambulantes, pessoas que preferem comprar bebidas em distribuidoras e, normalmente, as vendem em caixas de isopor nas ruas da capital mineira. 

O coletivo Família de Rua – que "acredita na essência da cultura urbana" – procura sempre ajudar quem precisa, como os próprios ambulantes que trabalham nos eventos organizados por eles.

Quando ocorre de Policiais apreenderem, embargarem, confiscarem seus produtos, os organizadores buscam doações, até arrecadarem o valor necessário para suprir prejuízos que os Caixeiros sofrem em dias destas situações. Para assim obterem a possibilidade de adquirir, comprar mais e prosseguirem conseguindo sustentar suas famílias – que na maioria das vezes, se torna  a oportunidade melhor de emprego, seja pela escolaridade ou pelos preconceitos de raça, biotipo, aspecto físico, origem  ou classe social (que ainda se fazem presentes em nossa sociedade atualmente).

Elizabete Santos é uma dessas ambulantes. A comerciante de 41 anos de idade, que trabalha para sustentar a casa, conversou com a gente e contou um pouco de sua história. Separada, ela cria e cuida de seus dois filhos, o mais novo de 9 anos, e o mais velho de 21 anos – Este último que também trabalha para o sustento, até já possui seu próprio automóvel e casa. Elizabete afirma que infelizmente já perdeu oportunidades de emprego em razão do tom de sua pele. Mas conta também que mesmo trabalhando como ambulante ela ainda consegue obter um lucro maior, uma condição melhor de vida, do que quando se trabalha de carteira assinada em um emprego fixo. O que não impede a mesma de ter uma perspectiva maior de vida. Sonha em abrir uma sorveteria e/ou uma loja de doces – pois adora crianças – e conseguir viver com isso.

Texto Original © "A Vida Do Viaduto" ®

segunda-feira, 23 de maio de 2016

23/05: Duelo de Respeito. Música, arte e poesia em forma de alegria compartilhada.

Com organização e apoio do grupo Família de Rua, mais um Duelo de MCs aconteceu neste último Domingo (22) na parte de baixo do Viaduto Santa Tereza a frente da Serraria Souza Pinto. Programado para as 14hs, muito antes disso já se era visível a chegada de uma parte do público.

Ao chegar ao evento como esse, a primeira percepção que se tem do público é que todos ali presentes são muito semelhantes na maneira de se vestir, há um estilo predominante. Andando pelo mesmo outros aspectos são claramente perceptíveis como, vários grupos e rodas de amigos que se encontram, um espaço que é de alguma forma reservado e com certeza respeitado por todos para a grande prática de skate mesmo durante o evento. É notável que se trata de um programa realmente “jovem”, e talvez bem menos para a família.

Desde o principio verifica-se que existem aqueles que se fazem presentes realmente pela música a acontecer no evento. Estes se aglomeram desde antes do início à frente do palco sede e centro dos acontecimentos.

Antes do auge da tarde, mas ainda sim cumprindo a programação do encontro os trabalhos do artista visual "Um Dias" – convidado pela curadora Carolina Jaued – começam paralelamente ao palco com a sua pintura em uma das pilastras do Viaduto, já com a grande presença do público aguardado. Durante o processo de construção do desenho no painel, é incontestável o enorme talento do artista, com prática e técnica igualmente notáveis. Sem falar nos olhos fixos dos espectadores que rapidamente criam admiração mesmo que a distância.

Enquanto isso e até que se iniciem os duelos, para sustentar o clima de celebração daquela cultura a organização preocupa o tempo todo em manter músicas de um gênero familiar e comum ao gosto de sua audiência. Audiência essa que em nenhum momento se atenta a qualquer tipo de “choque racial”, o evento atrai e se constitui pessoas de todas as regiões de Belo Horizonte, mesmo que exista uma faixa de idade aparentemente muito precisa.

Se existem pontos fracos para se apontar, é possível citar o comércio de bebidas alcóolicas sem qualquer supervisão para menores de idade e o grande consumo cigarros – legais ou ilegais. O que talvez seja negativamente surpreendente, é encontrar mães aparentemente muito jovens, com suas filhas, e consumindo tabaco sem consciência de saúde. Ou ainda, o que possa ser relevante para alguns, a falta policiamento, ou saneamento.

Terminados os olhares para o público e as percepções de tudo que o cerca, por volta de 16h40 os se teve início das atividades no Palco. Muito brevemente, em cerca de cinco minutos a organização fez sua introdução nos microfones e a devida apresentação dos MCs. Que na sequência já começaram a mostrar porquê mereciam estar ali, dando a “plateia” o que eles tanto queriam.

O público realmente se transforma com o início das rimas. As primeiras rimas são como um despertador para qualquer um ali presente, bem de perto ou um pouco mais a distância.



Uma visão de um frequentador de “primeira-viagem”, ou talvez não, é a de que como é bastante impressionante a capacidade de improvisação no momento do denominado “duelo”. Com seus temas decididos ali no início e também durante as rimas, estes temas variam, variam e variam muito daquela inicial, daquele primeiro verso. Desde uma cultura própria e real, indo à religião, criação, infância, trabalho, futuro. Assim como a realidade pobre local, vivenciada talvez pela grande maioria ali, e com certeza pelos os que portam os microfones. Instrumento este que até, por sinal, também tornou parte dos versos.

Ao final, uma última percepção – depois da diversão, “curtição”, alegria e sorrisos – Aqui independentemente do resultado final, existe um respeito mútuo muito grande e evidente entre todos, mas principalmente entre os MCs. Por mais que durante as rimas exista um clima de “batalha”. No fim a alegria é compartilhada por todos, e o que é importante prevalece. Respeito.

Texto Original © "A Vida Do Viaduto" ®

23/05: Projeto social dá um show de talento no Festival Cidade Viva. Conheça o Grupo Focus que se apresentou no Viaduto.

Programada para às 10h15 da manhã do último Domingo (22) durante a 3ª Edição do Festival Cidade Viva em Belo Horizonte a apresentação Bloco Show no Palco Kids (montado em uma das extremidades do Viaduto Santa Tereza) começou  atrasada cerca de 2 horas do horário marcado. Tendo seu término por volta de 12h40.

O grupo de percussão “Grupo Focus” (Grupo de Formação Cultural e Socialização) é um projeto de um trabalho social que acontece nas Escolas Estaduais Deputado Manoel Costa (Céu Azul) e Deputado Álvaro Salles (Trevo), assim como em outras várias escolas de Belo Horizonte e região metropolitana, patrocinado na Lei de Incentivo à Cultura.

Após a apresentação, Alexsander (o “Xande”) da Silva Alfredo, Universitário de 27 Anos, residente do Bairro Jardim América na Capital, um dos membros que começou nas oficinas do projeto e que hoje faz parte da coordenação do grupo conversou com a gente.

Sobre a recepção do público do Festival, Alexsander nos disse que é “Muito bacana! É calorosa! A nossa atividade propicia isso também.”, mesmo que o público tenha sido um pouco menor na apresentação deste ano. No geral com o final da apresentação o coordenador nos afirmou que os jovens “Estão muito felizes! Para eles tocar é muito bom! E a recepção do Público ajudou!”.

Entrando no contexto da história do grupo o coordenador nos conta: “São jovens que vivem em risco social. Então o Festival é uma oportunidade de eles estarem conhecendo outros ambientes, outros espaços. Então isso para eles é magnífico.” O grupo se apresenta no Festival desde a sua primeira edição. Com isso eles são capazes afirmar que a produção do evento hoje está mais organizada.

Já em relação a agenda do projeto ele conta que “No ano são muitas apresentações. Por ser um projeto de governo e as apresentações serem totalmente gratuitas, as apresentações são muito solicitadas, então a agenda vai se renovando e sendo atualizada  de acordo com interesses do governo e particularidades.” Então para definir o momento atual do projeto seu coordenador diria que a agenda “está bombando!”.

Partimos para a relação para com o Viaduto Santa Tereza. Sendo subjetivo, Alexsander nos conta que “Frequentava muito mais antigamente no ‘rap’. Porém hoje trabalhando com Projeto Social e fazendo Faculdade não me sobra tanto tempo assim para vir ao Viaduto”. Mas sobre a frequência dos jovens que integram o grupo o jovem coordenador pôde nos contar que “Os meninos vem no ‘rap’! São vários estilos envolvidos entre eles. Mas tem a galera que vem no ‘rap’, muito deles, os mais velhos principalmente!” ressaltando que “Os mais novos nem tanto!” dizendo que as crianças do grupo vão ao Viaduto Santa Tereza para o Festival Cidade Viva geralmente.

Mais tarde, em uma das tendas na outra extremidade do Festival Cidade Viva, Alexsander se juntou aos jovens do Bloco novamente para uma Oficina de Percussão, ensinando a um número de crianças presentes um pouco do que se pode aprender no grupo. As crianças felizes com a oficina participaram até o fim. Os pais as acompanhavam, e a todo momento faziam questão de registrar em fotos a atividade.

Para mais informações e sobre como participar do projeto e das oficinas você pode procurar por “Grupo Focus” ou “Bloco Show” em redes sociais como Facebook, Twitter e YouTube. Destacando que as oficinas oferecidas pelo Projeto não se restringem a somente Música e Percussão, mas engloba também Dança e Teatro.

Texto Original © "A Vida Do Viaduto" ®

domingo, 22 de maio de 2016

22/05: Pauta #4 para Reportagem

Tema: "Os Caixeiros do Viaduto"

Responsável pela Pauta: Arthur Barbosa
Equipe: Arthur Barbosa e Henrique Faria

Equipamentos: Gravador de áudio de aparelho celular.

Data e Horário: Domingo, 22/05/16, a partir das 20hs
Ponto de Encontro da Equipe: Viaduto Santa Tereza

Abordagem: Esta cobertura hiperlocal visa mostrar como é o cotidiano de vida dos Caixeiros presentes no Viaduto Santa Tereza.
Justificativa: A contribuição dessa matéria para o recorte hiperlocal é complementar a ideia formada pelas pessoas do Viaduto Santa Tereza.

Entrevistados: Elizabete Santos.


sábado, 21 de maio de 2016

21/05: Pauta #3 para Reportagem

Tema: "DUELO DE MCs"

Responsável pela Pauta: Henrique Faria.
Equipe: Arthur, Henrique, Marcus e Ronaldo.

Equipamentos: Cadernos de Anotações e Câmera para registro fotográficos.

Data e Horário: Domingo, 22/05/16, a partir das 15hs
Ponto de Encontro da Equipe: Parte de baixo do Viaduto Santa Tereza, entre a porta da Serraria Souza Pìnto e a Rua Aarão Reis.

Abordagem: Esta cobertura hiperlocal visa mostrar mais uma edição do clássico Duelo de MCs, em seu 9º Ano de Realização.
Justificativa: A contribuição dessa matéria para o recorte hiperlocal é principalmente mostrar como a cultura faz a união.

Conhecimento Prévio por Parte da Equipe
Arthur: "Evento que reina a cultura hip-hop, onde MCs fazem batalhas de rimas improvisadas."
Caroline: "Já tinha ouvido falar. Não sei como é por nunca ter ido ao evento, mas sei que se trata de uma competição musical. Acontece um duelo entre os MCs conhecidos nacionalmente, onde eles fazem rimas competindo entre si. Vence quem for melhor."
Henrique: "Sei como é, e acontece uma disputa entre dois Mestres de Cerimônias, ou seja, duelo de rimas."
Lorena: "Já ouvi falar e compareci ao evento algumas vezes. Um evento muito interessante e muito necessário para fortalecer a cena urbana de bh, e ajudando na descriminalização do RAP julgado muitas vezes como algo ruim pela sociedade, inclusive em BH, onde possuímos um governo e prefeitura que por diversas vezes procuraram barrar o evento. O viaduto foi um lugar conquistado para realiza-lo, e devido as suas características de baixo centro se tornou a identidade do duelo de MCs, onde rappers (não sei como escreve) conseguem mostrar o talento através de suas rimas. No evento rola competições entre mc’s que duelam suas rimas até chegar a um único ganhador, incluindo mulheres também, ajudando mais uma vez a quebrar paradigmas sociais criados onde a mulher não representa o RAP."
Marcus: "Já era do meu conhecimento a existência do evento em Belo Horizonte, porém não sabia a localização do mesmo na cidade. Consequentemente nunca compareci a nenhuma das edições."
Ronaldo: "Eu já tinha ouvido falar, sei mais ou menos como é, e você pode se surpreender positivamente com o evento. São pessoas de todos os tipos juntas para assistir a arte dos MCs."
Patrícia: "Eu já ouvi falar. Eu tenho alguns amigos que frequentam, mas eu mesmo nunca fui."

21/05: Pauta #2 para Reportagem

Tema: "FESTIVAL CIDADE VIVA"

Responsável pela Pauta: Marcus Vinícius
Equipe: Caroline, Arthur, Henrique, Marcus e Ronaldo.

Equipamentos: Cadernos de Anotações, Câmera para registro fotográficos e Celular para agilidade em possível ocasião de entrevista.

Data e Horário: Domingo, 22/05/16, a partir das 10hs
Ponto de Encontro da Equipe: Entrada do Evento - Rua da Bahia com Rua dos Tamôios.

Abordagem: Esta cobertura hiperlocal visa mostrar o dinamismo cultural do Festival que tem como sede o Viaduto Santa Tereza. Em sua terceira edição o "Festival Cidade Viva" tem tudo para ser o maior de suas primeiras edições. A matéria pretende também levantar como o Viaduto Santa Tereza pode se tornar cada vez mais um local sede de grandes eventos em Belo Horizonte, expandindo a cada dia que passa a sua importância no cenário cultural da cidade.
Justificativa: A contribuição dessa matéria para o recorte hiperlocal é a de mostrar a grande relevância de um grande evento municipal que se encaixa perfeitamente no local escolhido como sede, mas também como o próprio Viaduto é de fácil acesso a todos da capital mineira, se situando na região central da cidade. 

Entrevistados: Alexsander da Silva Alfredo. Gabriela de Oliveira Ramalho Souza.
Imagens fundamentais: Acessos e Sinalizações do Evento, e Distribuição das Atrações e Atividades.

Conhecimento Prévio por Parte da Equipe
Arthur: "Já tinha ouvido falar, mas nunca fui nesse evento."
Caroline: "Já tinha ouvido falar, mas nunca fui neste evento."
Henrique: "Não, só poderei ir no Duelo, como havia combinado."
Lorena: "Ainda não obtive informações sobre o evento, pois por conhecer melhor me foquei no duelo de MCs
Marcus: "Não tinha ouvido falar e como consequência nunca frequentei o evento. No entanto ao ler à respeito fiquei bem animado para estar indo ao mesmo."
Ronaldo: "Eu nunca tinha ouvido falar do evento."
Patrícia: "Eu não conhecia o evento."

sexta-feira, 20 de maio de 2016

20/05: Duelo de MCs no Viaduto Santa Tereza

Imagem: Reprodução.

Salve salve Família! Neste domingo, 22 de maio, o Viaduto Santa Tereza recebe mais uma edição do clássico Duelo de MCs em seu nono ano de realização. Nestes dias de luta seguimos resistindo e acreditando na cultura que nos une e nos faz um.

A festa começa às 14H e mais uma vez o DJ Junin Bumbep terá a missão de comandar a pista sob os arcos do Viaduto. As batalhas vão acontecer no melhor estilo Batevolta e os rimadores Cafs, Angolano, Garfan e Lince seguem classificados e aguardando aqueles/las quatro que forem agraciados/das pelo sorteio de domingo. 

Completando a programação do encontro ainda teremos a participação do artista Um Dias, convidado pela nossa curadora Carolina Jaued para pintar uma das pilastras do Viaduto nesta edição. 

Chama geral e cola com Nóis!

DUELO DE MCS NO VIADUTO SANTA TEREZA
DOMINGO – 22/05 – 14H

Fonte: Facebook

20/05 Catraca Livre: Festival Cidade Viva movimenta o Viaduto Santa Tereza

Food trucks, música, aulas de yoga, zumba, axé e artesanato incluem a programação

Matéria Por: Catraca Livre

Neste domingo, dia 22, a 3ª edição do Festival Cidade Viva faz com que o Viaduto Santa Tereza, referência obrigatória para os apaixonados pela capital, deixe de lado seus tons de cinza para abrigar o colorido de uma metrópole viva e diversa. A entrada é Catraca Livre.

Não faltam atrativos na edição de maio, a programação inclui desde atividades culturais até gastronômicas, mas também esporte e oficinas ligadas à saúde e bem-estar. Um dos destaques são os food trucks e as barraquinhas que oferecem os mais diversos tipos de pratos, com um “que” de comida gourmet, por um precinho acessível.

A galera que curte rock já pode juntar a turma e reservar um lugar junto ao Palco Santê. Jazz, bossa nova, MPB e samba de raiz também incluem a programação. Para você que gosta de fazer atividade física e dançar, vão rolar aulões de zumba e axé, além da discotecagem do DJ Abelha com o melhor do black music.

As crianças vão poder observar o enorme balão da Galinha Pintadinha - com 28 metros de altura -, além de se divertir nos brinquedos infláveis, shows de mágica, espetáculos teatrais e oficinas com temas ambientais. Quem já passou dos 60 anos vai poder participar de aulas de Tai Chi Chuan, yoga e alongamento, além de oficinas de artesanato e trabalhos manuais.

Confira abaixo um trailer do que vai rolar:

Serviço

O que: 3º Festival Cidade Viva
Quanto: Catraca Livre
Onde: Viaduto Santa Tereza
Avenida Assis Chateaubriand, 619 - centro
Belo Horizonte
Estação Central do Metrô

Dom 22/05 das 09:00 às 17:00

quarta-feira, 18 de maio de 2016

18/05: "A Vida Do Viaduto" Nós Estamos No Instagram!

TENHA O VIADUTO SANTA TEREZA BEM NA PALMA DA MÃO!

No final do último mês de Abril (2016) em algumas reuniões de equipe em prol do trabalho a ideia de interatividade maior vinha florescendo nas conversas e nas mentes do grupo. Talvez ainda mais em uma maneira relacionar o mesmo com algum tipo de rede.

Em uma ocasião no Sábado dia 30 de Abril, a equipe decidiu por se encontrar. Uma metade da mesma (Henrique, Lorena e Arthur) se encontrou – por um desencontro de tempo mesmo, uma outra metade (Marcus, Caroline e Ronaldo) individualmente não conseguiu se reunir – e neste dia a ideia de criar um Instagram surgiu.

Consequentemente, na Terça-Feira, 17 de Maio, o grupo decidiu e criou uma conta na rede social Instagram para o Viaduto Santa Tereza. "Acredito que todos nós gostamos da ideia de criar um Instagram para mostrar a vida do viaduto." conta Arthur Barbosa. "A conta no Instagram trará a importância de interação social online, em um ambiente virtual que é de grande acesso atualmente por internautas em maioria por meio de seus dispositivos móveis sempre conectados." completa Marcus Vinícius.

Intitulado "A Vida do Viaduto" (@avidadoviaduto) o grupo pode dizer o porquê da escolha justificando que "O título foi uma troca de ideias. É um trocadilho com 'D', 'A Vida Do Viaduto'. Porque iremos mostrar um pouco da vida, Do viaduto." conta Henrique Faria, ou ainda que "O titulo 'a vida DO viaduto' foi devido ao desejo de representar o viaduto como um ser em especifico, um organismo vivo devido as suas características peculiares e únicas." excelentemente explicado por Lorena Cordeiro.

Em relação à sua finalidade nesta atividade de campo "O Instragam é uma das redes sociais mais aceitas e vistas, e nos possibilita a postagem de fotos e vídeos. Ele vai ser importante para a documentação fotográfica do trabalho." afirma Henrique Faria. "Sua finalidade será a de captar a essência do nosso Campo de Trabalho e com isso mostrar os registros do grupo em diversos ângulos presenciados durante esta nossa experiência." completa Marcus Vinícius.

Curtiu a ideia? Vem curtir as nossas fotos também em www.instagram.com/avidadoviaduto! A gente vai ficar esperando o seu 'follow' e o seu 'like', assim como te aguardamos por lá pra conversar nos comentários!

Instagram


segunda-feira, 16 de maio de 2016

16/05: Diário de Bordo #1, Referente ao Domingo 15/05/16

ARTHUR: "Fomos ao viaduto no dia 14/05 para acompanhar o evento (fdr game of skate), às 14h, entrevistamos organizadores, frequentadores, e também a vencedora do evento: Larissa Lambertucci, 15 anos, estudante e skatista. E fizemos imagens do evento. / Colhemos fotos, entrevistas. / Particularmente o domingo eu gostei muito , até por me identificar com essa cultura. Gostei principalmente do incentivo à mulher no skate!"

CAROLINE: "Houve sim planejamento, e tudo ocorreu como combinado gerando a pauta, as entrevistas, as fotografias do local e do evento."

HENRIQUE: "Como na própria instrução enviada pelo Reinaldo, a primeira visita tinha como sentido, o conhecimento do local de pesquisa. Tínhamos a pauta formada, houve data e horário marcados. Realizamos entrevistas. Planejamos colher informações de participantes e alguns produtores. A contribuição de ir lá no domingo 15/05 para o recorte local foi que conhecemos um pouco mais sobre o Família de Rua e suas ações, conhecemos um evento que já é tradição no Viaduto. / Conseguimos alguns participantes, realizamos entrevistas. Não teve uma montagem de reportagem em si, mas, sem dúvidas, ganhamos uma experiência que irá nos ajudar no domingo dia, 22/05. / Realizei grande parte das entrevistas, tirei fotos. / Eu gostei, uma experiência que vai me ajudar a ter mais coragem nas próximas entrevistas. Aprendi a lidar um pouco com cada tipo de pessoa que entrevistamos."

LORENA: "Lá verificamos que é um grupo organizado que realiza tais eventos, promove interação da mulher no esporte, luta por direitos do povo na rua e apoia o feminismo, ou seja, vai muito além de uma disputa de skatistas e suas manobras. / Foi criada uma pauta que não foi seguida rigorosamente devido há algumas das ideias não terem sido possíveis de serem realizadas mas, foi possível entrevistarmos varias pessoas, entendermos como o evento é marcado, quem organiza, patrocínios e etc que contribuiu muito para nosso entendimento. Foram tiradas fotos do evento e do próprio viaduto. / Entrevistamos algumas pessoas e anotamos as informações importantes e relevantes, ambas as pessoas contribuíram de formas variadas, alguns na entrevista, outros com fotos etc. Por ser um dia em que o evento foi pequeno, não havia uma grande quantia de pessoas o que “reduziu” todo o processo feito."

MARCUS: "Por questões de mal-estar na noite anterior infelizmente não consegui comparecer."

PATRÍCIA: "Eu gostei muito do evento 'Game Of Skate'. Eu me surpreendi com manobras e de como é feita e organizada a disputa."


16/05: O viaduto sob quatro rodas.

No último dia 15/05 ocorreu mais uma edição do 'Game Of Skate', evento que é realizado tradicionalmente em todo terceiro Domingo do mês, abaixo do Viaduto Santa Tereza. Organizado pelo coletivo Família de Rua, esse – também responsável por outros eventos – tem como intuito abrir espaço à 'turma do Skate' da cidade.

Com um campeonato de manobras onde o vencedor leva prêmios como Shapes, Pares de Tênis e até mesmo prêmio em dinheiro – arrecadado no evento.

Uma foto publicada por @familia_de_rua em


O 'Game Of Skate' além de abrir portas ao talento desses jovens, levanta a bandeira contra qualquer tipo de preconceito, derrubando principalmente o preconceito contra as mulheres no esporte.

O coletivo Família de Rua "acredita na essência da cultura urbana" por isso realiza eventos abertos ao público a fim de ser porta-voz de uma população em sua maioria marginalizada. O Game Of Skate permite a participação de homens e mulheres, em qualquer faixa etária e cobra o valor simbólico de R$5,00 (cinco reais) para quem deseja se ingressar no campeonato.

Durante o evento, um DJ mantém o clima animado para o público jovem com músicas. Vende-se camisas dos eventos organizados pela produção, e neste dia, ao final do campeonato quem estava presente ainda teve a oportunidade de apreciar o filme-documentário "Dirty Money" exibido no telão como parte da programação –  parte do evento conhecida como "Skate na Tela".

Uma foto publicada por @familia_de_rua em


É relevante ressaltar que qualquer ação realizada pelo coletivo tem como intuito passar alguma mensagem a respeito de igualdade, logo, o Game Of Skate não foge dessa regra. Além de reunir amigos para se divertirem o evento acaba promovendo a diversidade e igualdade em um esporte tantas vezes estereotipado como masculino. Dando espaço ao campeonato para garotas o evento consegue ir além de apenas defender o esporte, mas também defende o direito da mulher de ter participação ativa no que desejar, ajudando a transformar e moldar mentes dos jovens ali presentes.

Também na luta para quebrar esse paradigma, um grupo de meninas criou o coletivo Minas do Skate, a fim de reunir meninas que gostam do esporte, mas muitas vezes não possuem companhia de outras garotas para praticá-lo.

Uma foto publicada por @familia_de_rua em


Larissa Lambertucci, estudante de 15 anos (1º Lugar) grande vencedora pela segunda vez do Game relatou que também faz parte do Minas do Skate e que a equipe está sempre de portas abertas para garotas que desejam se ingressar no esporte.

Uma foto publicada por @familia_de_rua em


O Game Of Skate ocorre à partir das 14 horas e é informado antecipadamente sempre no Instagram do Família de Rua (@familia_de_rua).

Texto Original © "A Vida Do Viaduto" ®

sábado, 14 de maio de 2016

14/05: Primeira Pauta para Reportagem

Tema: "GAME OF SKATE"

Responsável pela Pauta: Loreena Cordeiro
Equipe: Arthur Barbosa, Caroline Gomes, Henrique Faria, Lorena Cordeiro, Patrícia Teixeira, Ronaldo Neto.

Equipamentos: Bloco de anotações, câmera de áudio e vídeo.

Data e Horário: Domingo, 15/05/2016, a partir das 14hs
Ponto de Encontro da Equipe: Estação Central do Metrô.

Quem procurar por lá?

Procuramos por pessoas aleatórias, desde organizadores do eventos, participantes e pessoas que foram apenas assistir ao duelo.

Abordagem: Esta cobertura hiperlocal visa mostrar a cena de Skate na cidade, em especifico no Viaduto Santa Tereza. Procuramos nos aprofundar no interesse das garotas pelo esporte e em como elas são recebidas neste grupo, preconceitos, locais escolhidos para encontros, etc.

Justificativa: A cobertura é importante para retratar a cena do skate na cidade, os eventos gratuitos que ocorrem abertamente para a população e como o local do viaduto é palco de tantas programações deste tipo

Entrevistados: Larissa Lambertuci, estudante, 15 anos

Conhecimento Prévio por Parte da Equipe
Arthur: "Sabia o que era (evento de skate), não sabia ao fundo o que acontecia no evento."
Caroline: "Pelo que pesquisei, é uma competição que rola entre os skatistas locais."
Henrique: "Sim, havia pesquisado sobre o evento no dia 17/04."
Lorena: "Não havia grande conhecimento, apenas entendi que se trava de um evento de skate.
Marcus: "Desta vez o conhecimento prévio era o adquirido com a pesquisa feita para cobrir a edição anterior do evento, que aconteceu no dia 17/04/2016."
Ronaldo: "Eu não sabia como era o evento antes de ir."


segunda-feira, 9 de maio de 2016

09/05: Game of Skate 'celebra o Skate de BH sob o Viaduto Santa Tereza'.

Ilustração: Davi DMS - Projeto Gráfico: STUDIO ZERO2.
Salve Família! O terceiro domingo do mês de maio se aproxima e no próximo dia 15 temos mais um encontro marcado para celebrar o Skate de BH e região sob o Viaduto Santa Tereza. 

Os trabalhos começam às 14H, vai rolar Game das minas, game dos manos e o som fica na conta do mestre DJ Junin Bumbep. O vencedor ou vencedora do jogo vai levar pra casa toda a grana das inscrições (que custam 5,00) e mais uma premiação cabreira oferecida pelos nossos parceiros Aspecto Decks, Land Feet Skateboard Shoes e Skateboardhouse. Cheguem cedo!

Depois do Game ainda vai rolar "Skate na Tela" com exibição do filme “Dirty Money”. O recado tá dado. Chama geral e bora pra rua andar de skate. Cola com Nóis! 

FDR GAME OF SKATE
DOMINGO – 15/05/16 - 14H
VIADUTO SANTA TEREZA

Fonte: Facebook

terça-feira, 3 de maio de 2016

03/05: Preparação de Repertório - Considerações a partir das leituras de João do Rio e Gay Talese

Como primeira fase integrante deste Trabalho de Campo foi requisitado pelo nosso professor Reinaldo Maximiano, para aula de Cenários do Jornalismo Multimídia as leituras da reportagem "Nova York é uma cidade de coisas que passam despercebidas." de Gay Talese, e do livro "A Alma Encantadora das Ruas" de João do Rio (Paulo Barreto). Encaminhadas com a seguinte mensagem:
"Nós precisamos nos alimentar de boas referências para o exercício da nossa atividade. Eu tenho afeição pelo trabalho do jornalista Gay Talese, no campo da reportagem. Assim, para nos orientar em nossos e estudos e práticas proponho a seguinte atividade (...) Iremos cruzar, ainda, as perspectivas de Talese com as de João do Rio, guardando as devidas proporções."
Após as leituras cada grupo deveria fazer retenções para a aula de Segunda-Feira, dia 02 de Maio de 2016. O debate foi aberto e a palavra passada para cada grupo fazer suas observações. As retenções consideravam as idéias dos autores no que foi lido. Cada grupo deveria assinalar o que pensava em fazer de reportagem, a partir das experiências de Gay Talese e João do Rio.

A seguir você pode conferir o que o grupo tem a dizer em resumo sobre as leituras realizadas e sobre a aula/debate realizado em geral:

Arthur: "Aula/debate de muita importância para absorvermos conteúdo, que com certeza irá nos ajudar profissionalmente e em nossos trabalhos."

Caroline: "Eu li ambos. Posso dizer que tive boa participação na aula e no debate, esclarecendo dúvidas e expandindo o conhecimento."

Henrique: "Eu li ambos os textos e pesquisei um pouco sobre Gay Talese. Também participei da aula e do Debate em sala de aula, mediado pelo professor Reinaldo."

Lorena: "A leitura de João do Rio e Gay Talese foi de suma importância para o trabalho presencial no viaduto por passarmos a conseguir observar o mesmo com outros olhos, vendo detalhes, antes não observados. Desde a localização do local, no baixo centro da cidade, grafites e outras atribuições que o transformam em um local único e com uma identidade própria."

Marcus: "Não compareci a aula/debate do dia 02/05. Contribui com o grupo com as minhas anotações sobre 'A Alma Encatadora Das Ruas' de João do Rio; depois da aula anterior, dia 25/04, percebi que havia um fundamento maior que uma simples leitura e um contexto importante para o Trabalho de Campo. Apesar de hoje ser considerado um livro de crônicas, é importante lembrar que Crônica no contexto da época era conhecida como Notícia. O autor é um importante jornalista da cultura brasileira representante do ponto de exclusão do Brasil na época, assim como por seu ingresso na Academia Brasileira de Letras e também por questionar o chamado 'Jornalismo de Gabinete'. O assunto de suas crônicas são as pessoas da rua, a rua, o desenvolvimento das práticas na rua, descrevendo totalmente o movimento da rua. O que talvez descreva a relevância de sua leitura para esse trabalho de campo; ter a noção de 'notícia' feita 'na rua'. Fazendo com que assim como o importante autor, João do Rio, nós ainda hoje questionemos o chamado 'Jornalismo de Gabinete' (jornalistas que escrevem sobre a rua sem ir a mesma e saber sobre o que elas estão falando - usando 'informantes')"

Patrícia: "Eu fiz as leituras e assisti ao programa 'Roda Viva' (da TV Cultura) com Gay Talese. Não estive em sala e não participei da aula/debate, Mas fiz o meu resumo das leituras e passei ao grupo."

Ronaldo: "Ambos foram de extrema importância para a preparação do trabalho e para o futuro como jornalistas."


sexta-feira, 15 de abril de 2016

15/04: Grandes Manifestações Políticas criam receio no grupo de fazer sua primeira cobertura hiperlocal

Ilustração: Davi DMS - Projeto Gráfico: STUDIO ZERO2.


Salve Família! Já estamos no mês de abril e no próximo domingo, dia 17, o Viaduto Santa Tereza recebe mais uma edição do FDR Game of Skate, a terceira do ano. Bora chamar todo mundo e celebrar o skate de BH e região em nosso encontro mensal. 

Os trabalhos começam às 14H, o comando da pista é de responsabilidade do DJ Junin Bumbep e o vencedor ou vencedora do jogo vai levar pra casa toda a grana das inscrições (que custam 5,00) e mais uma premiação cabreira oferecida pelos nossos parceiros Aspecto Decks, Land Feet Skateboard Shoes e Skateboardhouse. Cheguem cedo!

Depois do Game ainda vai rolar "Skate na Tela" com a exibição do doc "Lover Park". O filme tava marcado pro Game do mês de março, mas em função de algumas questões técnicas não foi possível exibí-lo na ocasião. Dessa vez vai!

FDR GAME OF SKATE
DOMINGO - 17/04/16 - 14H
VIADUTO SANTA TEREZA

Fonte: Facebook

Os planos do grupo para a sua primeira cobertura hiperlocal e início de conhecimento do campo eram a do evento descrito acima. Conhecimento prévio do evento, "Game Of Skate": 

Arthur: "Já tinha ouvido falar desse evento, mas não sabia como funcionava."
Caroline: "Não tinha ouvido falar deste evento."
Henrique: "Não tinha conhecimento deste evento."
Marcus: "Não tinha familiaridade ou conhecimento deste evento cultural do cenário 'skatista' de Belo Horizonte."
Ronaldo: "Eu nunca tinha ouvido falar."

No entanto, o momento político sentido no país inteiro, incluindo a capital mineira, geraram grandes agitações  políticas para um Domingo em que todos os brasileiros voltariam os seus olhos para o cenário político do Brasil. A consciência de manifestações políticas planejadas para dois pontos polarizados na capital mineira, durante "a votação do Impeachment" na Câmara dos Deputados em Brasília  geraram receio em parte do grupo de sair de casa para o centro de Belo Horizonte no mesmo dia.

Arthur: "Não foi a votação que me impossibilitou de ir, não me recordo o motivo pelo qual não fui."
Caroline: "Não pude comparecer por questões pessoais e também pelo transtorno da votação do Impeachment."
Henrique: "A votação me impossibilitou de ir, pois a mesma era um evento que, sem dúvidas, iria alterar a situação política do Brasil."
Marcus: "A constante conexão atual nos leva ao conhecimento de agitações como essa e também de como as mesmas terminam. O sentimento de receio surgiu  devido ao mau histórico de conclusão de grandes manifestações como esta."

terça-feira, 12 de abril de 2016

12/04: Antes de Qualquer Cobertura Hiperlocal

Antes de partirmos e colocar a "mão na massa" decidimos por fazer um relatório sobre o conhecimento prévio de cada membro desta equipe sobre o Campo do nosso trabalho interdisciplinar. A história de cada um para com o local, o que cada um de nós sabia sobre o Viaduto Santa Tereza antes de recebermos esta tarefa de estudá-la!

Arthur: "A fundo, em termos de história não sabia muita coisa, só que era um dos viadutos mais importantes de BH."
Caroline: "Eu sabia dos eventos que ocorriam lá. É um ponto bastante conhecido do centro de Belo Horizonte."
Henrique: "Eu conhecia o Duelo de MCs, e sabia que havia movimentos sociais."
Lorena: "Eu sabia apenas que era um local de muitos encontros de jovens, com eventos gratuitos e já havia comparecido há alguns desses eventos."
Marcus: "O que eu sabia sobre o Viaduto Santa Tereza anteriormente era muito pouco. 'Conheci' o Viaduto ainda quando era criança ao frequentar o Parque Municipal de Belo Horizonte. Lembro-me de por muito tempo passar por ele somente no caminho da Avenida dos Andradas. O que por esse longo período de tempo permaneceu desconhecido por mim era mesmo o seu nome, não a sua existência. Até que nos últimos anos o nome do local se tornou comum nas conversas entre amigos, nos comentários sobre eventos passados lá, assim como convites, não aceitos, para ir ao mesmo."
Patrícia: "Eu sabia mais sobre os eventos realizados nos Domingos."
Ronaldo: "Eu sabia que havia vários eventos por lá"

Colocando já em prática a tarefa concedida fizemos uma pesquisa aprofundada que nos rendeu a redação do seguinte texto:
Localizado na região leste da Capital, o Viaduto Santa Tereza é um dos locais mais famosos de Belo Horizonte. Construído em 1929, tombado como Patrimônio Cultural do município em 1990, foi projetado por Emilio Baumgart e liga os bairros Floresta e Santa Tereza ao centro da cidade.
O viaduto com seu estilo arrojado se tornou com o tempo uns dos símbolos de Belo Horizonte, é o encontro marcado da cultura e da diversidade em nossa cidade, fato esse que qualquer um envolvido no meio artístico e cultural já reconheceu, como Fernando Sabino e Carlos Drumond de Andrade que citaram o Viaduto em suas obras por serem pedestres e fãs assumidos da história de um dos maiores palcos da arte de nossa Capital.  
Constantemente ocorrem no Viaduto shows abertos ao público, mostras e outros eventos, além é claro da vida noturna sempre movimentada que o cerca.  Em baixo do Viaduto, durante os finais de semana, eventos como Duelo de MCs reúnem centenas de jovens ao local, não só para a disputa entre os MCs mas, principalmente com o intuito de ser porta-voz de uma população em sua maioria marginalizada. 
A diversidade do local é tamanha, que em um mesmo final de semana o Viaduto pode abrigar eventos como o Duelo de MCs, quanto eventos como o Festival Cidade Viva, na parte de cima, onde a movimentação de carros é totalmente interditada; ou em outro final de semana servir de sede para uma apresentação do Festival Internacional de Teatro, e o 'Vogue' grande evento conhecido pela comunidade LGBT.  
Sobre o Ribeirão Arrudas e os trilhos da Central do Brasil, com seu arco parabólico possuímos hoje então a mais importante obra de arte de engenharia em área urbana do estado de Minas Gerais e um dos melhores palcos da cultura e diversidade de Belo Horizonte.

MÃOS À OBRA! 


quarta-feira, 6 de abril de 2016

06/04: A Escolha do Campo de Trabalho


No dia 05 de Abril de 2016, nossa professora Wânia Maria de Araújo – que nos leciona a disciplina de Antropologia para nós que somos universitários do 1º Período/Módulo do Jornalismo Multimídia no Centro Universitário UNA – nos apresentou a ideia do Trabalho de Campo, nos propôs a divisão dos grupos e então sim uma escolha deste “campo” para o trabalho que deveria somente se restringir a proximidade do nosso Campus (região centro-sul de Belo Horizonte).

O Grupo foi formado com os presentes ali na aula daquela noite de Terça-Feira, Arthur, Caroline, Henrique, Marcus e Ronaldo.

De primeira e por ideia e sugestão do nosso colega Henrique a escolha se deu ao nosso querido Viaduto Santa Tereza. "Eu sugeri o Viaduto Santa Tereza. Tive a ideia, pois gosto do local e o acho muito rico em cultura." conta Henrique.

Ao restante do grupo, quando também questionado à respeito o grupo pode dizer:

Marcus: "Me recordo de um grande entusiasmo para escolha do local e com a sugestão do colega Henrique do Viaduto Santa Tereza para o grupo houve um consenso por parte de todos. Eu abracei a escolha pois todos concordaram e eu me vi numa oportunidade de aprendizado principalmente por não ser tão familiarizado com a cultura do local até então."
Arthur: "Abracei a escolha porque sempre gostei dos eventos que aconteciam lá."
Caroline: "Abracei a ideia porque achei incrível o projeto inicial, e com certeza a prática também será."
Ronaldo:  "Abracei a ideia pois é um trabalho muito interessante."

A primeira informação foi a de que seria um trabalho Interdisciplinar com a matéria de Cenários do Jornalismo Multimídia aplicada pelo nosso querido professor Reinaldo Maximiano Pereira. Com isso mais duas colegas de turma integraram a equipe posteriormente, Patrícia e Lorena.

Lorena: "Não participava do grupo ainda no momento da escolha mas, adorei devido a ser um local que abrange diversos públicos."
Patrícia: "Não lembro quem sugeriu o viaduto."

Seja Bem-Vindo(a) ao nosso Trabalho de Prática de Reportagem com Abordagem Hiperlocal e Multimídia! 

Você pode conhecer um pouco mais sobre nós clicando aqui.


segunda-feira, 4 de abril de 2016

Sejam Bem-Vindxs ao "A Vida Do Viaduto"